Segundo dados da Administração Geral das Alfândegas, de janeiro a abril deste ano, as exportações nacionais de têxteis e vestuário atingiram US$ 88,37 bilhões, um aumento de 32,8% em relação ao ano anterior (em yuan, um aumento de 23,3% em relação ao ano anterior), o que representa uma queda de 11,2 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre. Dentre essas exportações, as de têxteis somaram US$ 43,96 bilhões, um aumento de 18% em relação ao ano anterior (em yuan, um aumento de 9,5%); e as de vestuário, US$ 44,41 bilhões, um aumento de 51,7% em relação ao ano anterior (em yuan, um aumento de 41%).
Em abril, as exportações chinesas de têxteis e vestuário para o mundo totalizaram US$ 23,28 bilhões, um aumento de 9,2% em relação ao ano anterior (em termos de RMB, um aumento de 0,8% em relação ao ano anterior). Como o mesmo período do ano passado coincidiu com o início do surto da epidemia no exterior, a base de exportação de materiais de prevenção à epidemia era relativamente alta. Em abril deste ano, as exportações têxteis da China foram de US$ 12,15 bilhões, uma queda de 16,6% em relação ao ano anterior (em termos de RMB, uma queda de 23,1% em relação ao ano anterior). No mesmo período do ano anterior, as exportações ainda haviam aumentado 25,6%.
Em abril, as exportações de vestuário da China atingiram US$ 11,12 bilhões, um aumento de 65,2% em relação ao ano anterior (em yuan, um aumento de 52,5%), e a taxa de crescimento das exportações continuou a subir 22,9 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Comparativamente ao mesmo período anterior à epidemia (abril de 2019), as exportações aumentaram 19,4%.
Data da publicação: 19 de maio de 2021
